FACILITAÇÃO NEUROMUSCULAR PROPRIOCEPTIVA
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Este método foi desenvolvido por duas Fisioterapeutas e por um neurofisiologista o Dr. Kabat.
De 1956 a 1961, no pós guerra, Dr. Hlman Kabat e as fisioterapeutas Margareth Knott e Doroth Voss.
Foi utilizado no inicio com pacientes amputados e de poliomielite.
No inicio foi utilizado pela Fundação Kaiser com pacientes lesados medulares, após estudos e trabalhos realizados com atletas, baseados em neurofisiologia, propriocepção e biomecânica, foi descrito a Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva, com conhecimentos das diferenças para cada paciente e as diferentes formas de trabalho.
O objetivo é a contração muscular.
Esta contração irá desencadear um movimento que irá levar a uma função, que irá posteriormente levar a uma atividade.
Contração – Movimento – Função – Atividade
Qualquer movimento inicia através da postura e esta postura é devido a uma ação reflexa, isto é, a musculatura antigravitacional estará com seu tônus muscular elevado o suficiente para permitir sustentação e deverá num segundo movimento ser baixo o suficiente para permitir um movimento. Isto é uma atividade reflexa.
Tipos de contração
– reflexa
– voluntária
– automática
Em toda terapia devemos obter sempre uma contração, seja ela reflexa, voluntária ou automática.
Tônus normal
Possibilidade de contração e relaxamento. Deve ser suficientemente alta para prevenir que o corpo colapse antigravitacionalmente , mais baixo e suficiente para permitir que se mova contra a gravidade. (SNC)
Manter o corpo em alerta para um movimento e resposta das mudanças ao redor.
Dar ao corpo a habilidade para o ajuste do movimento automático e continuadamente.
Permitir estabilidade dinâmica Proximal e o movimento das partes distais.
A sensação que sentimos da resistência enquanto movimento passivo e pessoa em repouso.
Controle Voluntário
Reflexo de estiramento Reflexo tônico Nível alto – Córtex
Nível baixo (medula) Supra espinhal – reflexos primitivos (reações) Subcortical reações tônicas cervicais Reações de equilíbrio e retificações e reações de endireitamento
Facilitação
– sempre que realizamos algo com o paciente estaremos facilitando;
– no SNC excitação e inibição caminham juntos;
– Pool neuronal
– estímulos excitatórios
– estímulos subliminares
Neuromuscular
* Unidade Motora
– neurônio do corno anterior
seu axônio
todas as fibras musculares
* Movimentos do Músculo
características de um músculo
– força muscular
– resistência ao movimento
– relaxamento
– velocidade de aceleração e desaceleração
– coordenação
Proprioceptiva
Porque é através da estimulação dos proprioceptores (fusos neuromusculares de Golgi, etc.) que atingiremos todos os receptores neuromusculares.
É um conjunto de técnicas que promovem e aceleram as respostas dos mecanismos neuromusculares através da estimulação dos proprioceptores ou todos os receptores possíveis.
“Facilitar é querer ao seu paciente.” (Julio G Sanches)
Informações sensitivas dos movimentos motores
São áreas sensitivas e de associação sensitiva que o indivíduo experimenta os efeitos de movimentos motores e grava “memórias” dos diferentes padrões desses movimentos. (Woody)
Engrama
Conjunto de ligações interneurais envolvendo ações musculares e neuronais para que estes efetuem o padrão de atividade motora numa seqüência específica de velocidade, força e de movimento. (Adams)
A Facilitação Neuromuscular é dividida em :
a) Processos Básicos -> são todos os elementos de trabalho utilizados no método, são aplicados a todos os tipos de pacientes, mesmo que não colaborem com o terapeuta.
b) Técnicas Específicas -> necessitam da colaboração do paciente:
– são específicos por serem utilizados em tratamento específicos;
– podem ser aplicadas utilizando um padrão ou uma diagonal de movimento, ou seja, dois padrões antagonistas entre si;
– podem combinar-se entre si para darem uma melhor condição aos movimentos.
TÉCNICAS ESPECÍFICAS
01 – Contrações Repetidas
02 – Inversão ou reversão de antagonistas
03 – Iniciação Rítmica
04 – Relaxamento




