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Mecanoterapia

Uso de Equipamentos / Aparelhos para a Reabilitação

O uso efetivo de instrumentos mecânicos com fins terapêuticos ocorreu nos últimos ano do século XIX, por terem apresentado condição para a realização de exercícios contra uma resistência e meios precisos para dosificar a resistência que deveria ser imposta ao exercício. Desde então a mecanoterapia vem evoluindo rapidamente e surgindo novos aparelhos capazes de atingirem os mais diversos objetivos, bem como adaptações para que nossos pacientes consigam realizar o exercício proposto.

DEFINIÇÃO

É o uso de aparelhos mecânicos, durante uma sessão de terapia com objetivos de aumentar a preparação física (muscular) e o desenvolvimento das qualidades físicas relacionadas com as mais diversas estruturas musculares.

OBJETIVOS

Dinâmica
Força Estática
Explosiva
Mecanoterapia
Resistência Muscular Localizada

TIPO DE TRABALHO

Podemos encontrar diversos tipos de trabalho, os quais são identificados predominantemente pelas características do tipo de contração muscular. Assim podemos caracterizar o trabalho como;

01 – trabalho isométrico

02 – trabalho isotônico

03 – trabalho isocinético

04 – trabalho com máquinas especiais

No treinamento isométrico, a programação do número de repetições dos exercícios deverá sofrer uma adaptação para programação do tempo de contração isométrica de cada vez.

No treinamento isotônico, serão usados como material, bolas de medicinebol, sacos de areia, pesos, etc., a adequação dos princípios de sobrecarga será muito difícil, pois surgirão possibilidades num dado momento para elevar-se as cargas. Essas utilizações serão muito válidas para a melhora da resistência muscular localizada, onde o princípio da sobrecarga será expresso pelo aumento do número de repetições.

No treinamento isocinético, a indicação do ritmo de execução dos exercícios pode ser subtraída das diretrizes metodológicas apresentadas, o que irá demonstrar que este é a melhor forma para desenvolvimento de força explosiva.

Há uma necessidade de uma relação entre a especificação das cargas dos exercícios e o número de repetições dos exercícios. A esse respeito, BUERLE (1971) formulou esta pirâmide.

Carga Rep.
100%                     01 repetição
95%                       02 repetições
90%                      03 repetições
85% 04 80%      05 repetições
70% 06 60%      10 repetições
50%                     15 repetições

Qualidades Físicas Aplicação de Sobrecarga
Resistência Muscular Localizada – Maior número de séries
– Maior número de repetições
– Menor pausa entre os exercícios
– Menor pausa entre as séries
Força Dinâmica
– Maiores cargas nos exercícios
Força Estática – Maior número de exercícios
– Maiores cargas
Força Explosiva – Maior velocidade na execução dos exercícios
– Maiores cargas nos exercícios

 

MONTAGEM DE UMA SÉRIE DE TRABALHO

  1. Escolha do Grupo Muscular
  2. Seleção do Exercício Especificação das cargas.
  3. Programar No. Repetições
  4. Estabelecer No. de Séries
  5. Determinar as pausas entre as séries
  6. Indicar o ritmo do Exercício

 

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